segunda-feira, maio 24, 2010 Postado em Filmes, TV

Em 22 de setembro de 2004 começou, na qual seria logo depois uma das mais aclamadas series da ABC. Não foi Marenghi de Darkplace Garth, mas a serie Lost que despontou no mesmo período. Isso ocorreu numa época em que desastres aéreos estavam em alta e a tentativa de sobreviver em meios hostis eram badalados em filmes e outras publicações como o programa “Survivor” de Mark Burnett que deu origem ao No Limite da rede Globo.
Acrescentaram na receita do seriado uma pitada de experiências malucas, viagens no tempo, violência, traição e até apelaram pra magia. Então a serie seguiu envolvendo todo mundo. E por todo mundo digo incluindo eu mesmo.
Só que, no entanto, eu só acompanhei com maior atenção a partir do quarto episódio. Quando vi Locke persistindo no seu desejo de fazer sua viagem tipo safári, aí quando a câmera se aproxima de sua cadeira de rodas, fica claro por que o guia não quer deixar que seu sonho se realizasse. Achei essa tomada inteligentíssima. Tão inteligente que resolvi dar uma chance ao seriado e acompanha-lo com mais atenção. Não houve arrependimento. Até seu termino em 23 de maio de 2010.
Lost é um seriado muito inteligente e a forma como relatam sobre a questão das viagens no tempo é o que me deixa boquiaberto por causa da originalidade. E para quem parou de gostar da trama a única explicação é que se perderam e não tiveram cabeça suficiente para catarem o que os personagens e os escritores deixaram soltos propositalmente.
Sendo assim, sem ofensas, vão assistir, eu, a patroa e as crianças que não requer cérebro, apenas boca pra rir.
Com o Fim de Lost, até eu vou fazer o mesmo.
Textaculos
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quinta-feira, abril 23, 2009 Postado em Filmes
Clã das Adagas Voadoras concorreu ao Óscar de blábláblá (isso realmente tem alguma importância?) e foi o motivo que me levou a assisti-lo.

Similar ao regular “O tigre e o Dragão”, mas sem os defeitos que o prejudicaram (leia-se roteiro confuso e excessos de vôos) para os olhos ocidentais, o Clã das Adagas Voadoras é uma história oriental mas com um teor altamente universal.
A história se passa na China, 859 Antes de Cristo, justamente quando a Dinastia Tang está em declínio e os níveis de corrupção estão altíssimos, então o povo começa a se rebelar e funda uma sociedade secreta, o Clã das Adagas Voadoras, denominado desta forma pela habilidade ímpar de seus membros em arremessarem Adagas.
A síntese da história pode ser definida como uma fantasia, mas sem os monstros, em que os heróis são habilidosíssimos na prática de artes marciais, mas sem os vôos que tanto irritaram no “Tigre e o Dragão”, com um desfecho bem interessante e muita beleza.
LenoDias
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quinta-feira, abril 9, 2009 Postado em Filmes
Imagine um cara normal vivendo no meio de nós e a diferença são seus poderes referentes aos de um super-homem. Até ai tudo bem, só que minha observação esta no fato de que apesar de seus poderes impressionarem, todo mundo o trata apenas como um homem qualquer. Inclusive o odeiam por causa de um vicio que vem do próprio ser humano que é o pecado da bebida. Como conseqüência de ser um pinguço ele se torna um ser humano nada estiloso e muito desastrado.

Mesmo assim é chamado de herói. Como um herói ele sempre aparece quando è preciso, mas o problema é quando ele termina de ajudar. Deixa a situação num caos e a cidade em serias dificuldades.
Enquanto tenta superar as situações dolorosas na qual vem passando, desconta na bebida o que piora ainda mais sua situação. Quando chega ao fundo do poço encontra um amigo que o ajuda a explorar uma mudança e então descobre alguém cujo poder e velocidade parecem não conhecer limites e que parece pertencer a seu passado.
Este é um filme de herói diferente, pois ninguém, a não ser o próprio Hancock que se interessa em tentar entender sua origem e nenhum cientista ou curioso de plantão tem a curiosidade de transformá-lo em cobaia no intuito de adquirir qualquer vantagem. Apesar de Hancock não ser nenhum gênio aos poucos consegue juntar o quebra-cabeça conseguindo descobri sobre si mesmo. Esta descoberta traz uma grande surpresa tanto pra ele como para o expectador.
Hancock (2008) realmente impressiona pela sua simplicidade e nos surpreende com seu enredo inteligente no qual nos faz ficar conhecendo um super-herói diferente de tudo que já vimos. Sem duvida uma boa pedida para seu final de semana.
LenoDias
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quinta-feira, março 5, 2009 Postado em Filmes
Já faz algum tempo ou semanas que assistir Hitman, quando em poucos dias de especulação sobre o filme vi que as críticas nada mais eram do que perniciosas palavras que nada ajudavam com que o mesmo ganhasse publicidade positiva. Buscando algo favorável, não encontrei um misero critico para honrar o que eu achava e no final eu era o único se vangloriando do tanto que o filme era bom.

Esta certo que devido a muitas alternativas fortes ocorreu do filme ficar apagado, mas convenhamos que o diretor de Hitman tendo que improvisar fazendo um enredo autentico sem gastar nenhuma fortuna ,será sempre,por merecer,bem visto pelas comunidades dos fãs do jogo.E,além do mais,por sorte não tivemos mais uma adaptação que num desejo oportunista não quis faturar as custas da perspectiva de mudar completamente a trama e conseqüentemente destruir o personagem como já visto em outras adaptações.
Hitman trata-se da historia de um homem simples, que, acompanhado de uma bela mulher que já sabe que ele é um mercenário, que teve a sagacidade de começar a caçar seus inimigos já que se tornou a presa. Ele procura desvendar um mistério que colocou sua vida em risco, ficou encurralado por uma surpresa que aportou para fazer com que encontre alternativas reveladoras para jogar com a morte e ganhar.
Enquanto assistia ao filme me surpreendi e notei que vale dar uma nota 10 para o ator que soube tão bem desempenhar seu papel, valorizando ainda mais o personagem, dando-lhe um estranho ar de benevolência. Pra mim, mais uma surpresa.
LenoDias
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