Em 22 de setembro de 2004 começou, na qual seria logo depois uma das mais aclamadas series da ABC. Não foi Marenghi de Darkplace Garth, mas a serie Lost que despontou no mesmo período. Isso ocorreu numa época em que desastres aéreos estavam em alta e a tentativa de sobreviver em meios hostis eram badalados em filmes e outras publicações como o programa “Survivor” de Mark Burnett que deu origem ao No Limite da rede Globo.
Acrescentaram na receita do seriado uma pitada de experiências malucas, viagens no tempo, violência, traição e até apelaram pra magia. Então a serie seguiu envolvendo todo mundo. E por todo mundo digo incluindo eu mesmo.
Só que, no entanto, eu só acompanhei com maior atenção a partir do quarto episódio. Quando vi Locke persistindo no seu desejo de fazer sua viagem tipo safári, aí quando a câmera se aproxima de sua cadeira de rodas, fica claro por que o guia não quer deixar que seu sonho se realizasse. Achei essa tomada inteligentíssima. Tão inteligente que resolvi dar uma chance ao seriado e acompanha-lo com mais atenção. Não houve arrependimento. Até seu termino em 23 de maio de 2010.
Lost é um seriado muito inteligente e a forma como relatam sobre a questão das viagens no tempo é o que me deixa boquiaberto por causa da originalidade. E para quem parou de gostar da trama a única explicação é que se perderam e não tiveram cabeça suficiente para catarem o que os personagens e os escritores deixaram soltos propositalmente.
Sendo assim, sem ofensas, vão assistir, eu, a patroa e as crianças que não requer cérebro, apenas boca pra rir.
Com o Fim de Lost, até eu vou fazer o mesmo.



by textaculos
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